terça-feira, 27 de março de 2012

God and me

Me: God,can i ask you a question?

GOD: Sure

Me: Promise me...you won't get mad

GOD: I promise

Me: Why did you let so much stuff happen to me today?

GOD: What do you mean?

Me: Well, i woke up late

GOD: Yes

Me: My car took forever to start

GOD: Okay

Me: On the way home, my phone went DEAD, just as i picked up a call

GOD: All right

Me: And on top of it all off, when i got home , i just want to soak my feet in new foot massager & relax. But it wouldn't work !!! Nothing went right today ! Why did you do that?

GOD: Let me see, the death angel was at your bed this morning ,i had to send one of my angels to battle him for your life. I let you sleep through that

Me: OH

GOD: I didn't let your car start because there was a drunk driver on your route that would have hit you if you were on the road.

Me: (ashamed)

GOD: Your phone went dead bcuz the person that was calling was going to give false witness about what you said on that call, I didn't even let you talk to them so you would be covered.

Me: I see God

GOD: Oh and that foot massager, it had a shortage that was going to throw out all of the power in your house tonight. I didn't think you wanted to be in the dark.

Me: I'm Sorry God

GOD: Don't be sorry, just learn to Trust Me...in All things , the Good & the bad.

Me: I will trust you

GOD: And don't doubt that My plan for your day is Always Better than your plan.

Me: I won't ,God...let me just tell you , Thank you for Everything today.

GOD: You're welcome son . It was just another day being your God and I Love looking after My Children..


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A LEOA QUE NÃO QUERIA COMER CARNE

São todos os leões carnívoros ferozes que precisam comer carne para sobreviver? Aparentemente não!

A revista australiana "Creation ex-nihilo"  vol. 22, nº 2, de março-maio de 2000 publicou um artigo de David Catchpoole com o título acima, que não só apresenta um caso, real, inteiramente incomum, como também aponta para o cumprimento de profecias que falam da restauração de nosso planeta às condições originais, com o leão e o cordeiro pacificamente pastando juntos!


No começo deste século, uma leoa africana, nascida e crescida nos Estados Unidos, viveu todos os nove anos de sua vida sem jamais comer carne (1). De fato, seus donos, Georges e Margaret Westbean (2), preocupados com publicações de cunho científico advertindo que os animais carnívoros não poderiam viver sem comer carne, tentaram de todos os modos induzir o seu incomum animal de estimação (ao qual deram o nome de "Little Tyke") a desenvolver o apetite pela carne. Chegaram até a anunciar uma recompensa em dinheiro para quem conseguisse elaborar uma ração contendo carne, que a leoa aceitasse. O curador de um jardim zoológico de Nova York aconselhou que o casal Westbean pusesse algumas gotas de sangue na mamadeira de Little Tyke para ajudá-la a se acostumar, mas a leoa, ainda pequena, recusou sequer tocá-la, mesmo quando somente uma única gota de sangue tivesse sido introduzida.
Os mais famosos especialistas em animais, dentre os numerosos visitantes da fazenda Hidden Valley, de 40 hectares, dos Westbeans, também deram vários conselhos, mas nenhum deles funcionou. Nesse meio-tempo, Little Tyke continuava a passar extremamente bem, com sua dieta de cereais em grão,
cozidos, ovos e leite. Aos quatro anos de idade, a leoa, já adulta, pesava 160 quilos.
Como escreve Georges Westbean, foi um jovem visitante à fazenda do Hidden Valley que finalmente despertou a sua mente quanto à resposta da questão de como induzir Little Tyke a comer carne (o que se achava ser essencial para a sobrevivência dos carnívoros): 'Ele voltou seu olhar para mim, seriamente, e perguntou: Você não lê a sua Bíblia? Admiti que não a lia tanto quanto provavelmente deveria. Então continuou ele: Leia Gênesis 1:30, e Você encontrará a resposta. Na primeira oportunidade, peguei minha Bíblia e procurei a passagem que ele havia indicado. Para minha total surpresa, li estas palavras: "E a todo animal na terra, e a toda ave no céu, e a tudo que rasteja sobre a terra, em que existe vida, dei-lhes a erva verde para alimento (em Inglês meat, que também
significa carne); e assim foi."
Os donos de Little Tyke, embora aparentemente não sendo cristãos, aceitaram tanto o que leram, que não mais se preocuparam com a recusa da leoa a comer carne, e passaram a procurar aprimorar a sua "dieta vegetariana" (3), com novos cereais a serem incorporados ao alimento dela. Numerosos cereais foram moídos e misturados ainda secos, então cozidos e adicionados ao leite e aos ovos. A leoa passou a alimentar-se com essa ração todas as manhãs e as tardes, e às vezes ao meio-dia também. Para a saúde de suas gengivas e dentes - pois ela recusava todos os oferecimentos de ossos para roer - foram-lhe dadas pesadas botas de borracha para mastigar, que duravam em geral cerca de três semanas. Com essa dieta, a leoa não só sobreviveu, mas manteve-se em excelente estado. Um dos 'mais capazes curadores de jardins zoológicos' dos Estados Unidos teria dito que ela era o melhor espécime de sua espécie, que jamais houvera visto.
Além de Little Tyke, os Westbans criavam também outras espécies de animais em sua fazenda. Um grande número de visitantes em Hidden Valley foi motivado pela perspectiva de ver o leão vivendo com o cordeiro, em situação semelhante à da profecia de Isaías 11:6. Ver a leoa vivendo placidamente em companhia de ovelhas, vacas e aves domésticas, causava profunda impressão em
muitos visitantes.
Filmes na televisão (4) e fotografias de Little Tyke na imprensa também impressionaram muitas pessoas, como uma que escreveu: Nada me fez mais contente do que a sua fotografia do leão e do cordeiro. Ela me ajudou a crer na Bíblia.
À luz deste caso de Little Tyke, e de outros relatos de animais carnívoros sobrevivendo com base em dietas vegetarianas (5), certamente é mais fácil reportar-se ao relato de Gênesis relativo aos animais vivendo exclusivamente em regime vegetariano anteriormente à queda (6).
A observação feita por Georges Westbean de que para manter bem o seu estômago, Little Tyke passava cerca de uma hora comendo o suculento capim dos pastos, e também uma vívida lembrança das profecias de Isaías 11:7 e 65:25: "... o leão comerá palha como o boi."
Referências e Notas
  1. Westbean, G., Little Tyke: the story of a gentle vegetarian lioness, Theosophical Publishing House, IL, USA, 1986. (Informações retiradas das páginas 3-6, 17, 32-35, 59-60, 113-114).
  2. A leoa havia sido dada para os Westbeans como uma cria severamente machucada, pelo Zoológico que abrigava sua mãe. A mãe havia matado todas as suas crias de seus quatro partos anteriores, imediatamente após ter dado à luz. Desta vez, porém, os funcionários do Zoológico ficaram de sobreaviso, prontos para resgatar a cria no momento do parto. Foram bem sucedidos no resgate, mas não antes das poderosas mandíbulas da mãe rapidamente terem ferido a perna frontal direita de Little Tyke.
  3. Muitas pessoas incluem ovos não galados nas atuais dietas vegetarianas, pois isso não envolveria a morte de animais. Embora possa parecer improvável que ovos (ou leite para animais adultos) fizessem parte da dieta anterior à queda, o ponto a ser destacado aqui é que os leões não necessitam de carne para a sobrevivência. É provável que muitas plantas hoje extintas constituíssem fontes bastante ricas de proteínas no reino vegetal anterior à queda e ao dilúvio.
  4. Lamentavelmente, enquanto estava em Hollywood para a filmagem de um programa de televisão para uma cadeia nacional, Little Tyke contraiu pneumonia, e morreu algumas semanas depois.
  5. Quando morei na Indonésia, na década de 1980, várias famílias me contaram que nunca haviam dado carne aos seus cães de estimação, embora fosse possível que ossos estivessem contidos nas rações que lhes davam. Outros relatos sugerem ser essa uma prática comum naquele país.
  6. A Bíblia não nos dá detalhes de como a mudança de dieta vegetariana para carnívora ocorreu após a queda. Uma possibilidade seria ter havido um replanejamento divino. Mesmo que os leões hoje não necessitem comer carne para sobreviver, isso não invalidaria o relato de Gênesis. Para uma discussão mais completa do tema, ver o livro The Answer Book publicado por Answers in Genesis (editora da revista Creation ex-nihilo")


Para comprar o livro: http://www.americanas.com.br/produto/7105053/livro-leoa-vegetariana-a
Para baixar o livro: http://animalliberationfront.com/Saints/Authors/Stories/Little-Tyke-small.pdf


Versão em inglês:
Revista: http://creation.com/the-lion-that-wouldnt-eat-meat
http://articlesofhealth.blogspot.com/2007/08/lion-who-would-not-eat-meat.html

E se o estomago não digere e sim alcaliniza a alimentação?



A segui é link de um texto científico explicando o que ocorre quando a comida entra no estomago e o processo de "digestão".

Pode ser vista como uma prova para mostrar o porquê do não comer carne, já que o nosso corpo foi feito para ser de caráter alcalina e não ácida,
e excesso de acidez provocado pelo consumo de carne ou derivados de
leite pode nos adoecer.

Articles of Health: THE STOMACH DOES NOT DIGEST FOOD! IT ALKALIZES FOO...: The following scientific discourse are twenty-five important points to understand concerning the creation of sodium bicarbonate (NaHCO3) and...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Sexto Patriarca




tradição budhista
por É TUDO VAZIO

Havia, há muito tempo, na China, um homem sábio e santo chamado de O Quinto Patriarca. Um dia, o Quinto Patriarca, vendo que era o momento de escolher aquele que seria o Sexto Patriarca, pediu para que seus discípulos escrevessem um poema com o objetivo de avaliar o nível de iluminação de cada um. Aquele que passasse no teste seria o Sexto Patriarca. Então um monge escreveu na parede do corredor o seguinte verso:




O corpo é uma árvore bodh onde há um espelho que é nossa mente.
Devemos sempre polir o espelho para a poeira nele não se assentar.

Ao lerem isso os monges ficaram exaltados pois achavam que quem compôs o poema seria o Sexto Patriarca e começaram a recitar o poema considerando-o santo. Entretanto, vendo aquilo, o Quinto Patriarca disse para o monge que compôs os versos que ele ainda não tinha compreendido a verdade.

Havia no mosteiro um jovem leigo, analfabeto, que trabalhava na cozinha e tendo também escutado o poema, desejou compor outro. Então, pediu para que um monge escrevesse os versos ao lado do primeiro. Dizia o seguinte, o poema do monge analfabeto:

Não há árvore bodh, não há nenhum espelho.
Se não há espelho onde poderia a poeira se assentar ?

Ele se tornou o Sexto Patriarca. Hui-nen

A diferença entre Céu e Inferno está na intenção



Um Samurai grande e forte, de índole violenta, foi procurar um pequenino monge.
- Monge - disse, numa voz acostumada à obediência imediata - Ensina-me sobre o céu e o inferno!

O monge miudinho olhou para o terrível guerreiro e respondeu com o mais absoluto desprezo:
- Ensinar a você sobre o céu e o inferno? Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma. Você está imundo. Seu fedor é insuportável. A lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha, uma humilhação para a classe dos samurais. Suma da minha vista! Não consigo suportar sua presença execrável.

O samurai enfureceu-se. Estremecendo de ódio, o sangue subiu-lhe ao rosto e ele mal conseguiu balbuciar palavra alguma de tanta raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- Isto é o inferno - disse o monge mansamente.

O samurai ficou pasmo. A compaixão e absoluta dedicação daquele pequeno homem, oferecendo a própria vida para ensinar-lhe sobre o inferno! O guerreiro foi lentamente abaixando a espada, cheio de gratidão, subitamente pacificado.
- Isso é o céu - completou o monge, com serenidade.


Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando de repente surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas, Virgílio. Virgílio disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Céu e do Inferno. Por mágica Virgílio transportou-se e ao poeta, ainda apavorado com experiência tão súbita, ao velho e mítico rio que circundava o submundo. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.
Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida que se aproximavam de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e ranger de dentes. Ao contornar as rochas, depararam-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada pessoa segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Devido ao tamanho da mesa, entretanto, e por serem as colheres compridas de forma a alcançar a panela no centro, o cabo das colheres era duas vezes mais comprido do que os braços das pessoas que as usavam. Isto tornava impossível para qualquer uma daquelas pessoas famintas colocar a comida na boca. Havia muita luta e imprecações enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.
O poeta ficou muito abalado com a terrível cena, até que tampou os olhos e suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio mostrou ao poeta como chegar até o Céu. Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles tinham acabado de sair. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente Virgílio conduziu-o por uma trilha onde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e arbustos. Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar; grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar, era que as pessoas neste grupo estavam usando suas colheres para alimentar uns aos outros.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Por que não alho e a cebola?


Existe algo mais comum na alimentação brasileira do que o alho e a cebola?
A cebola e o alho são membros da família aliáceos (alliums), juntamente com o alho-poró, cebolinha, nirá e chalotas.
O sabor e o aroma promovido pelos aliáceos impregnam o alimento como nenhum outro tempero.
Quimicamente (aspecto físico), o alho e a cebola possuem muitas propriedades conhecidas, entre elas: antibiótica, anti-inflamatória, anti-microbiana, anti-oxidante… “curando” uma variedade de doenças.
Sabemos que certos químicos tem efeito também sobre a mente e a consciência. Mas o que se sabe sobre os efeitos energéticos (sutis) e psíquicos dos Alliuns (alho, cebola, cebolinha, alho poró, chalotas…)???
Na Medicina Clássica Oriental (Ayurveda e Chinesa) isto era muito observado. Sempre era visto a relação da doença com o espírito. Nos livros clássicos de Ayurveda podemos ver como fator principal para os desequilíbrios/doenças a existência de algum conflito com a Consciência (Verdade). a Matéria ou Substância tem três qualidades ou atributos fundamentais, que são Sattva, Rajas e Tamas.

No nível físico, Sattva é harmonia; Rajas é actividade; Tamas é inércia.
No nível mental, Sattva é verdade; Rajas é paixão; Tamas é indiferença.
No nível de alimentos,Sattva é bondade; Rajas é paixão;Tamas é ignorância.

 Cebola e alho, e as outras plantas aliáceas são classificados como rajas e tamas, que significa que eles aumentam a paixão e ignorância.
Dentro das tradições hindus, é sabido os efeitos dos aliáceos, por isso yogues, monges celibatários e Vaishnavas – seguidores de Vishnu, Rama e Krishna – priorizam cozinhar sempre com alimentos da categoria sattva, que inclue alimentos como frutas frescas, grãos, legumes, verduras, ervas aromáticas, produtos lácteos (de vaca feliz), castanhas e assim por diante.

Especificamente, os Vaishnavas, que antes de se alimentar sempre oferecem o alimento a Deus, não cozinham com aliáceos por serem impróprios de oferecer à Divindade. Alimentos rajásicos e tamásicos também não são usados por yogues e monges porque eles são prejudiciais a concentração, meditação e devoção.
Dr. Robert E. Svoboda, autoridade bem conhecida dentro da Medicina Ayurveda, diz: “Alho e cebola são rajas e tamas, e estão proibidos a yogis porque a raiz da consciência se firma mais no corpo”.
O alho e a cebola são evitadas por adeptos de práticas espirituais, porque elas irritam o sistema nervoso central (e sua ligação com os corpos sutis), além de perturbar também os votos de celibato. Pois, como é sabido na cultura popular o alho é um afrodisíaco natural.

Em Ayurveda é visto que todo veneno na dose certa, para a pessoa certa e nas circunstâncias certas, pode ser bom para algum desequilíbrio. A questão é se vale a pena os efeitos colaterais e se não existe outras alternativas melhores.
Assim, a Ayurveda também ensina que o alho pode ser usado como tônico para a perda de potência sexual por qualquer causa, debilidade sexual por impotência ou por excesso.

E na Medicina Clássica Chinesa, do mesmo modo, é visto que o Coração (Shen – Espírito) é a origem de todos os desequilíbrios e doenças. essa prática que ocorre há milhares de anos, ensina que as plantas da família aliáceos são prejudiciais para os seres humanos em estado saudável. Em seus escritos, um sábio Tsang-Tsé descreveu os Alliums como os “cinco vegetais pungentes e aromáticos”, e cada um tem um efeito negativo sobre um dos cinco órgãos, sendo as cebolas prejudiciais para os pulmões, dispersando a energia primordial do elemento Metal; o alho para o coração, dispersando a energia primordial do elemento Fogo; o alho-poró ao baço/pâncreas, dispersando a energia primordial do elemento Terra; a cebolinha para o fígado, dispersando a energia primordial do elemento Madeira; e cebolas verdes [cebolas de salada ou "spring onions"] para os rins, dispersando a energia primordial do elemento Água.
Cabe aqui salientar que na Medicina Chinesa quando se fala num órgão não está se restringindo apenas ao órgão físico em si, mas toda a energia e funções afins, como por exemplo o coração que é visto como a sede do espírito-mente (Shen), que por isso envolve também questões psíquicas.
Podemos encontrar num site de Taiwan sobre alimentação descrito assim: “cebolinha e alho prejudicam o fígado e diminuem a energia da madeira; alho prejudica o coração e arruina a energia do fogo; chalotas prejudicam o baço e queimam a energia da terra; gengibre e cebolinha prejudicam os pulmões e dispersam a energia do metal; e alhos e cebolas prejudicam os rins e expelem a energia da água.”
Existe uma variedade enorme de cebolas e alhos, inclusive híbridos e modificados geneticamente, sendo por isso muitas vezes difícil de se categorizar.
Tsang-tsé também disse que estes vegetais pungentes contem cinco tipos diferentes de enzimas que causam  além de reações repulsivas no hálito, na transpiração e nas entranhas (odor extra-fétido), também leva a indulgência lasciva [luxúria], aumenta a agitação, ansiedade e agressividade, principalmente quando consumidos crus.
Você já tentou meditar alguma vez? Simplesmente parar os pensamentos e contemplar o momento? Muito da nossa dificuldade em contemplar o aqui e agora é porque recebemos muito estímulos negativos, alimentamos nossa mente com muita porcaria, sendo atraídos por muitas forças-desejos. E por mais incrível que isto possa parecer, um dos fatores de influência da agitação (ou depressão) em nossa mente está no que comemos! Vamos refletir sobre os florais e remédios homeopáticos que são capazes de mexer com nosso humor e psique, apenas com impressões sutis.
Assim como na Medicina Clássica Chinesa, na Ayurveda também é descrito que além de produzir hálito e odor corporal, estas plantas [aliáceos] induzem irritação, agitação, ansiedade e agressividade.  Assim, os aliáceos causam prejuízos físicos, emocionais, mentais e espirituais.
Na década de 1980, em sua pesquisa sobre o funcionamento do cérebro humano, o Dr. Robert [Bob] C. Beck, DSc., descobriu que o alho tem um efeito negativo sobre o cérebro.  Ele descobriu que o alho de fato é tóxico para o homem porque seus íons sulfona-hidroxila  pode penetrar a barreira cérebro-sangue e são tóxicos para as células do cérebro.


O Dr. Beck explicou que, desde os anos 1950 é conhecido que em testes de vôo, quando o alho era consumido pelos pilotos, há redução do tempo de reação por duas a três vezes.  Isto é porque os efeitos tóxicos de alho “desincronizam” as ondas do cérebro.  ”O médico de vôo vinha nos cercar todo mês e lembrar a todos nós:”Não ouse tocar em qualquer alho 72 horas antes de voar um dos nossos aviões, porque ele vai dobrar ou triplicar o seu tempo de reação. Você fica três vezes mais lento do que seria se você não tivesse algumas gotas de alho. “
São por essas razões que as plantas da família Allium tem sido amplamente reconhecida como sendo prejudiciais aos cães, sendo prejudiciais ao sistema gastro-intestinal e neurológico, podendo até destruir as hemoglobinas dos animais.
Na própria medicina ocidental é visto que o alho nem sempre é benéfico. Por possuir um fator muito forte anti-bactericida e anti-microbiana, é amplamente aceito entre os profissionais de saúde que, além de matar bactérias nocivas, o alho também destrói as bactérias benéficas, que são essenciais para o bom funcionamento do sistema digestivo.
Praticantes de Reiki explicam que cebolas e alho estão entre as primeiras substâncias a ser expulsas pelo organismo da pessoa – junto com o tabaco, álcool e medicamentos farmacêuticos. Isto torna evidente que aliáceos tem um efeito negativo sobre o corpo humano e devem ser evitadas.
A medicina homeopática chega à mesma conclusão quando se reconhece que a cebola vermelha produz uma tosse seca, olhos lacrimejantes, espirros, corrimento nasal e outros efeitos relacionados com sintomas de resfriado.
Se observarmos a fenomenologia botânica dessas plantas, veremos que o caule delas, ao contrário de todas as plantas, “involuiram” para baixo da terra (escuridão), sendo o que a gente come não é a raiz e sim folhas transformadas (enroladas em bulbos ou dentes). A força da gravidade (que nos prende a matéria) é muito forte nelas. O aroma no qual a tendência natural é subir para as folhas, flores e frutos, nelas descem e se concentram nesses bulbos. Todos os Aliums possuem um elemento sulfuroso (enxofre), permeando o líquido dessas folhas transformadas.
Enfim, em termos medicinais, a questão toda é que pode-se utilizar qualquer tipo de droga para aliviar e eliminar sintomas, entorpecendo sutilmente ou de maneira evidente a consciência da pessoa, mas para a causa da doença verdadeira nada está sendo feito, pois só realmente nos curamos quando compreendemos no que estamos indo contra a Consciência/Coração/Verdade/Natureza e então nos corrigimos no Caminho.
Quando afastamos a consciência do problema, aparentemente nos sentimos melhor, mas ainda estamos ignorando a Verdade sobre a causa do problema que continua em nosso coração. E cedo ou tarde rebrotará. Infelizmente o nosso costume atual (vício) é o de então voltar a entorpecer o organismo e consciência com drogas para sumir com os sintomas novamente, e assim a roda de sofrimento (sansara) continua.
Apesar de ainda não se poder comprovar através da ciência material, através da ciência espiritual pode-se constatar que este conhecimento era observado na origem de todas as religiões, pois essas plantas Allium expelem os seres celestiais (anjos) e atraem seres dos mundos inferiores.
No Hinduismo e Budismo isto ainda é bem observado. Buda numa conversa com seu discípulo Ananda, conhecida como Sutra Surangama, cap. VI, subtítulo “The Three Gradual Steps to Wipe Out Sansàra” (Os Três Passos Graduais para Transcender [Purificar] o Sansara), disse:
“Quais são esses três passos graduais? (Eles são:) a prática que contribui para remover todas as causas acessórias [segundárias]; a prática principal para eliminar as causas básicas [primárias]; e a prática progressiva para parar o crescimento do carma.
Quais são as causas secundárias? Ananda, destas doze espécies, o mundo deve sua existência a quatro formas de alimentação: por comer, tocar, pensar e tomar consciência dos alimentos.
Portanto, o Buda diz que todos os seres vivos dependem de alimentação para a sua estada (em sansara). Ananda, todos os seres vivem se comerem alimentos saudáveis e morrem se ingerirem veneno. 
Em sua busca por Samadhi, eles devem se abster de comer cinco tipos de raízes pungentes (i.e., alho, os três tipos de cebolas e alho-poró), se consumidos cozidos são afrodisíacas e se crus causam irritabilidade. Ainda que aqueles que comem possam ler as doze divisões do Sutra Mahayana, eles expulsam os espíritos de vidência (Á ˘ i) nas dez direções que abominam o mau cheiro, e atrairão os fantasmas famintos que lambem seus lábios. Eles estão sempre rodeados por fantasmas, e sua boa sorte irá desaparecer dia a dia em seu próprio prejuízo. Quando esses comedores de raízes pungentes praticam o Samadhi, nenhum dos Bodhisattvas, espíritos videntes e bons espíritos vêm para protegê-los, enquanto o poderoso rei dos demônios aproveita a ocasião para aparecer como um Buda, como se a ensinar-lhes o Dharma, difamando e quebrando os preceitos e louvando a carnalidade, a raiva e a estupidez; em sua morte, eles irão se juntar a sua comitiva, e no final de seu tempo em seu reino, eles vão cair no Inferno.”
No Taoismo e Islamismo isto hoje é visto de forma superficial, não utilizando-se estes alimentos durante as cerimônias e orações no templo/mesquita. Dentro do Sufismo (vertente mística islâmica), alguns ainda lembram que o Profeta Maomé não comia carne, alho e cebola para conversar com o Arcanjo Gabriel.
É bem conhecida dentro do Islã, porém, a história de uma santa Rabia que estava cercada de animais, pássaros… um homem viu, ficou encantado e se aproximou, mas todos os animais fugiram. E então perguntou a santa o motivo. Ela perguntou o que ele tinha comido e ele respondeu cebola. No que ela disse ser o maior tesouro deles.
Ninguém sabia explicar porque ela tinha dito isso, mas com a explicação do Buda tudo faz sentido. Os aliáceos são o elixir do mundo da sensação, um tesouro para os mundos e reinos inferiores.
Existem dezenas de opções para substituir o alho e a cebola, tanto para tempero como para remédio. Inclusive existe até uma árvore nativa brasileira conhecida como Paudalho. Nós utilizamos suas folhas e aprovamos.
Ainda como alternativa medicinal ao alho e cebola para melhorar a imunidade e “curar” os sintomas de várias doenças temos uma planta chamadaechinácea, que melhora a efetividade dos glóbulos brancos na luta contra os vírus e bactérias (TUBARO et al, 1987, TRAGNI et al, 1988 e MÜLLER et al 1994). Temos também o próprio própolis que é um poderosíssimo antibiotiótico com vários efeitos terapêuticos.
Diante de todo o exposto, esperamos ter esclarecido melhor sobre os malefícios do alho e da cebola em nossa alimentação (dando alternativas), bem como mostrar como é importante que nós tomemos consciência de nossos alimentos e de nossa vida como um todo.
Sugestões:
Pesquise no google e leia sobre “five pungent plants”.
Algumas fontes de pesquisa para este artigo:
2. Audrey Pavia, The Labrador Retriever Handbook, p. 100.
3.S.H. Lorna Wong, The Unfolding Truth of Man and the Universe, p. 43.
5. Francine Halvorsen, The Food and Cooking of China, p. 147
6. Daniel Reid, A Handbook of Chinese Healing Herbs, p. 106.
7. Erica White, Beat Candida Cookbook, p. 28.
8. Alan Davidson, The Oxford Companion to Food, p. 331.
9. Richard Gerber, Vibrational Medicine, p. 86.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mundos de Existência II - O Reino da Esfera Sensual (kama-loka)


Mundos de Existencia I

3. O Reino da Esfera Sensual (kama-loka)

Mundo bondoso  (sugati)

3.1.Devas que exercem poder sobre a criação de outros (paranimmita-vasavatti deva)

3.2.Devas que se deliciam com a criação (nimmanarati deva) : These devas delight in the sense objects of their own creation.

3.3.Tusita deva : Um reino do puro prazer e alegria, onde um dia corresponde 400 anos aqui na Terra, um ano tem 12 meses, cada mês tem 30 dias. Os seres deste mundo são 3.000 pés (910 m) de altura e vivem por 4000 anos, equivaleria 576 milhões anos (tradição Sarvastivada). A altura deste mundo é de 320 yojanas acima da Terra. Este mundo é mais conhecido por ser o mundo em que um Bodhisattva vive antes de renascer no mundo dos humanos. Até alguns milhares de anos atrás, o Bodhisattva deste mundo foi Svataketu (Pāli: Setaketu), que renasceu como Sidarta, e se tornou o Buda Sakyamuni. Desde então, o Bodhisattva foi Natha (ou Nāthadeva),o próximo Buda que virá a Terra,  que irá renascer como Ajita e vai se tornar o Buda Maitreya (Pāli Metteyya), na época que ele vier, aqui será um mundo pacífico



Neste mundo é dividido em área interna e área externa. A área interna é onde Bodhisattva habita e é difícil de entrar.

Motivo do nascimento neste reino : as 10 bondades

3.4.Yama deva : Esses devas vivem no espaço, fora do sistema solar, pois eles mesmo conseguem criar a luz, estão livre de todas as dificuldades. 

Motivo do nascimento neste reino : cultivar a virtude e a sabedoria

3.5.Devas do Trinta e Três (tavatimsa deva): Trayastrimsa está localizada no pico de Sumeru, a montanha central do mundo, a uma altura de 80.000 yojanas (a altura, por vezes equiparado a cerca de 40 mil pés), a área total do céu é de 80.000 yojanas quadrados. Este céu é, portanto, comparável ao Olimpo grego, em alguns aspectos.


obs: Yojana (sânscrito: योजन) é uma medida védica de distância utilizada na Índia antiga. A medida exata é disputada entre os estudiosos com as distâncias a ser dada entre 6 e 15 quilômetros (4-9 milhas).







Buddha pregando Abhidhamma(Verdade) em Tavatimsa


De acordo com Vasubandhu, habitantes de Trayastrimsa são cada meio de altura Krosa (cerca de 1500 pés) e viver por 1000 anos, dos quais a cada dia é equivalente a 100 anos de nosso mundo: isto é, para um total de 36 milhões de nossos anos.


Trayastrimsa está fisicamente ligado ao mundo através de Sumeru, ao contrário do céu acima dela, os deuses Trayastrimsa são incapazes de evitar ser preso em assuntos mundanos. Em particular, eles freqüentemente encontram-se em brigas com os Asuras, semi-divino seres que eram há muito tempo expulsos Trayastrimsa, no início do reinado de Sakra presente e que agora habitam ao pé do Sumeru, tramando maneiras de recuperar seu reino perdido.

3.6. Devas dos quatro grandes reis (catumaharajika deva) : Casa da gandhabbas, os músicos celestiais, e os yakkhas, espíritos das árvores de diferentes graus de pureza ética. Estes últimos são análogos aos goblins, trolls e fadas dos contos de fadas ocidentais.

Quando termina a vida nestes reinos, os espíritos podem novamente voltar a reencarnar no mundo.
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Seres humanos (manussa loka) : Renascimento como um ser humano é extremamente raro . Também é extremamente precioso. Com o seu equilíbrio único de felicidade e dor, facilita o desenvolvimento da virtude e da sabedoria para o grau necessário para livrar-se de todo o ciclo de renascimentos.

Estados de Privação (apaya)

 Titãs (asura) : Os demônios - "titãs" - Os seus habitantes ali nasceram em resultado de ações positivas realizadas com um sentimento de inveja e competição e vivem em guerra constante com os deuses.

Motivo do nascimento neste reino : as 10 maldades

Fantasmas famintos (preta) :  o reino de seres que padecem de necessidades sem alívio, sofrimento, remorsos, fome, sede, nudez, miséria, sintomas de doenças, entre outros. Fantasmas e espíritos infelizes vagueiam sem esperança sobre esse reino, procurando em vão para o cumprimento sensual.



Motivo do nascimento neste reino : as 10 maldades ,Falta de virtude, apego a visões errôneas


 Animais (tiracchana yoni) um espaço de divisão com os humanos, é considerado como outra vida;
Este reino inclui todas as formas não-humanas de vida que são visíveis para nós em circunstâncias normais: animais, insetos, peixes, aves, worms, etc




Motivo do nascimento neste reino : Falta de virtude, apego dos pontos de vista errado. Se alguém é generoso para os monges e monjas, no entanto, pode renascer como um "ornamentada" animal (ou seja, um pássaro de plumagem brilhante, um cavalo com marcações atraente, etc;

 Infernos (niraya ou Naraka) :  aqueles que vivem em um dos muitos infernos. Estes são reinos de sofrimento inimaginável e angústia (descrito em detalhes gráficos no MN 129 e 130). Não deve ser confundido com o inferno eterno proposto por outras religiões, pois uma vez aqui é - como é em todos os domínios - temporária.




Motivo do nascimento neste reino : as 10 maldades. Falta de virtude, apego a visões errôneas. Assassinar seus pais, um arahant, ferindo o Buda, ou criar um cisma na Sangha, Ser briguento e chato para os outros.